Créditos Pessoais
Credito Pessoal

Crédito pessoal

Hoje em dia é cada vez mais frequente as pessoas recorrerem a métodos de financiamento bancários. Esse é sem dúvida, um hábito que é muito adoptado pelas sociedades consideradas desenvolvidas, está tão enraizado nas nossas vidas que acabamos por o considerar como algo banal.

Mas afinal o que é um crédito pessoal? Bem o crédito pessoal não é nada mais nada menos que um serviço bancário que normalmente está dirigido á compra de bens de consumo ou outros produtos. Por vezes é até mesmo usado para abater outros empréstimos, apesar de esse não ser o uso mais adequado. Normalmente um crédito ou empréstimo pessoal não tem um valor muito elevado, quando comparado com outras modalidades de empréstimos.

Deste modo, a sua finalidade, como o próprio nome indica, está relacionada com fins privados, de modo que não se aplica a fins empresariais ou institucionais. Apesar disso, hoje em dia a sua aplicação é já mais abrangente. De qualquer forma, o crédito pessoal é um empréstimo, e isso significa que esse tem de ser devolvido após um determinado período de tempo, o qual é definido através de um acordo entre ambas as partes (o consumidor e a instituição financeira) e no qual é também incluído o valor dos devidos juros acrescidos. Assim, o crédito ou empréstimo é feito em troca de um determinado valor anexado á mensalidade base que corresponde à parcela da importância solicitada dividida pelo número de meses em que o cliente se propõe a fazer o devido pagamento.

Resta saber quais as garantias necessárias, ou seja, o que precisamos fornecer à entidade bancária, em troca deste serviço. Em primeiro lugar, é importante perceber-se que o crédito pessoal só é aprovado mediante a apresentação de um conjunto de garantias que assegurem ao credor que o titular do contrato pagará no tempo estipulado as prestações que lhe serão atribuídas consoante a quantia exigida. Pelo que precisa mostrar que poderá suportar os encargos mensais que terá. Não vale a pena ter ilusões de que conseguirá um empréstimo elevadíssimo se não tiver como pagar de volta tal valor. E, caso o cliente não cumpra com os pagamentos, entre aquilo que mais vulgarmente é penhorado estão: a casa, e outros imóveis, os carros, bens de valor ou até mesmo o próprio recheio da casa. Há também a hipótese de ter um fiador. Nesse caso, será essa pessoa quem ficará responsável por pagar ao financiador todo o valor que resta pagar.

O melhor era não ser necessário chegar a essas situações desagradáveis. Mas a verdade é que muitas famílias portuguesas (e não só, claro) estão totalmente endividadas. Claro que a crise alimentado os problemas financeiros, e a perda de emprego pode alterar os planos de qualquer um. Mas, antes de fazer qualquer tipo de empréstimo é preciso verificar se temos condições financeiras para tal. O planeamento é a chave para o sucesso. Porque qualquer um pode e deve pedir um crédito se sentir essa necessidade. Mas precisa fazê-lo de forma consciente e, especialmente, ponderada.

Verifique primeiro se conseguirá fazer frente às despesas mensais e só depois comesse a pensar seriamente em pedir um empréstimo. Os serviços prestados nesta área são excelentes e muito úteis, mas apenas se usados do modo correcto. Assim, todos ficam a ganhar.